sábado, 6 de fevereiro de 2016

Doenças da modernidade


Muito se fala sobre o stress, ansiedade e depressão, e vem sendo 
caracterizados como as doenças do século XXI. 

O termo “stress” significa desgaste e tensão. Sua rápida propagação no mundo pode estar associada ao fato de que, por milhões de anos, o ser humano foi se adaptando biologicamente a um estilo de vida diurno e não sedentário, além de um ritmo de mudanças muito mais lento do que encontramos nos dias atuais, especialmente nas grandes cidades. O excesso de ruídos, as luzes artificiais que nos mantêm acordados à noite, a falta de exercício, a poluição, o excesso de informações e de preocupações são exemplos de fontes de stress no mundo moderno para os quais o nosso corpo não se adaptou.

A "ansiedade" é um estado de alerta especial que desenvolvemos quando estamos em situações de stress, com o objetivo de aumentar a nossa capacidade de adaptação a situações novas e potencialmente perigosas. O nosso corpo desenvolveu complexos mecanismos que integram funções cerebrais e hormonais para regular quando ativar e desativar uma resposta de ansiedade e qual o tipo e a intensidade de resposta será a mais adequada às situações que vivenciamos. Quando estes mecanismos não estão funcionando adequadamente, dizemos que há, então, um transtorno de ansiedade.

A "depressão" é um estado emocional que nos retira a vontade de viver. Caracteriza-se como sendo uma perturbação na qual são experienciadas emoções de angústia, tristeza profunda, frustração, desânimo, desmotivação, resultantes de experiências traumáticas vividas no passado, das quais ainda não nos conseguimos libertar. Muitas vezes, vivemos experiências que colidem com os nossos valores, com as nossas crenças, com os nossos objetivos, criando conflitos emocionais. Quando chegamos neste estado emocional, ficamos sem recursos mentais, sem energia para vivermos de uma forma feliz.

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